ECONOMIA

TikTok firma acordo de até R$ 1,5 bilhão e terá de impor limite de 2 horas por dia

Conteúdo de abuso infantil é divulgado no TikTok O TikTok e sua controladora chinesa, a ByteDance, chegaram a um acordo…

Conteúdo de abuso infantil é divulgado no TikTok O TikTok e sua controladora chinesa, a ByteDance, chegaram a um acordo com o estado do Alabama nesta sexta-feira (25), dias antes do início de um julgamento sobre acusações de que a plataforma é viciante e enganou consumidores sobre sua segurança. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O estado receberá pelo menos US$ 100 milhões (R$ 510 milhões) em até 45 dias, e o valor poderá chegar a US$ 300 milhões (R$ 1.53 bilhão) caso determinadas condições sejam cumpridas, segundo o gabinete do procurador-geral do Alabama, procurado pela Reuters. Como parte do acordo, o TikTok também terá de fazer mudanças na plataforma. Entre elas estão: Uum limite de duas horas de uso por dia; Pausas após 15 minutos de utilização; e Mecanismos mais rigorosos para verificar a idade dos usuários. É o primeiro acordo do TikTok com um estado americano em meio a uma série de processos semelhantes. Ao menos outros 27 estados e Washington, D.C., também processaram a empresa por questões relacionadas aos efeitos da plataforma sobre crianças e adolescentes. O julgamento estava previsto para começar na segunda-feira (28), em um tribunal estadual de Montgomery, capital do Alabama, e deveria durar de duas a três semanas. O processo poderia oferecer uma rara visão sobre o funcionamento interno do TikTok, que já chegou a acordos em outros casos que haviam sido selecionados para julgamento e vinha tentando manter em sigilo informações sobre a operação da plataforma. Algoritmo direciona jovens para vídeos de violência O processo do Alabama foi apresentado no ano passado pelo procurador-geral do estado, Steve Marshall, do Partido Republicano. O estado havia acusado o TikTok de usar um fluxo contínuo de vídeos, que nunca termina, para tornar a plataforma altamente viciante. Segundo a ação, o algoritmo — sistema que seleciona e recomenda conteúdos para cada usuário — direciona jovens para vídeos cada vez mais intensos sobre violência e automutilação. O Alabama afirmou que isso contribuiu para uma crise de saúde mental entre adolescentes e fez o número de atendimentos de emergência por casos de automutilação no estado “disparar”. O estado também acusou o TikTok de afirmar falsamente que restringe o acesso de jovens a conteúdos sexuais e violentos para conseguir uma classificação que indique que o aplicativo é seguro para adolescentes nas lojas de aplicativos do Google, da Apple e da Microsoft. Outra acusação era a de que a empresa teria enganado usuários sobre o acesso do governo chinês aos dados de americanos. A visão do TikTok O TikTok afirma que desenvolveu sua plataforma tendo a segurança de adolescentes como uma de suas principais prioridades. A empresa também argumentou que a Seção 230 da Lei Federal de Decência nas Comunicações, uma regra americana que limita a responsabilidade das plataformas por conteúdos publicados pelos próprios usuários, a protege de processos relacionados a esse tipo de conteúdo. Representantes do TikTok não responderam imediatamente a um pedido de comentário da Reuters. Multa de mais de R$ 150 milhões: ANPD afirma que TikTok falhou na proteção de informações de crianças e adolescentes Jornal Nacional/ Reprodução

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

Sobre o que trata “TikTok firma acordo de até R$ 1,5 bilhão e terá…”?
Conteúdo de abuso infantil é divulgado no TikTok O TikTok e sua controladora chinesa, a ByteDance, chegaram a um acordo com o estado do Alabama nesta sexta-feira (25), dias antes do início de um julgamento sobre…
Por que Economia importa agora?
O tema impacta decisões e debates cotidianos ligados a Economia. A redação destaca fatos, datas e implicações práticas sem substituir orientação profissional personalizada.
Quem edita o conteúdo do Estrato Agro?
A cobertura é produzida e revisada pela equipe editorial do Estrato Agro, com editor-chefe responsável pela linha editorial. Conheça a redação em https://agro.estrato.cc/equipe/.
Quais fontes o Estrato prioriza?
Priorizamos fontes primárias (órgãos oficiais, balanços, estudos revisados, documentos públicos) e cruzamos informações antes da publicação, conforme a política editorial.
Como solicitar correção de uma matéria?
Envie o pedido pela página de Correções (https://agro.estrato.cc/correcoes/) ou Contato (https://agro.estrato.cc/contato/). Erros materiais são corrigidos com registro da atualização.
O conteúdo constitui aconselhamento profissional?
Não. As matérias têm caráter informativo e jornalístico. Decisões financeiras, de saúde, jurídicas ou educacionais devem considerar profissionais habilitados e a sua situação particular.
Onde acompanhar a política editorial do Estrato Agro?
Metodologia, ética e transparência estão em https://agro.estrato.cc/metodologia/, https://agro.estrato.cc/etica-editorial/ e https://agro.estrato.cc/politica-editorial/.
Como o Estrato trata temas sensíveis (YMYL)?
Temas que afetam dinheiro, saúde e bem-estar recebem revisão editorial reforçada, disclaimer visível e links para páginas institucionais de metodologia e correções. Portal: https://agro.estrato.cc/
WhatsApp X LinkedIn
Compartilhar: LinkedIn
Larissa Monteiro

Larissa Monteiro

Larissa Monteiro integra a equipe editorial do Estrato Agro, vertical da rede Estrato, na função de Repórter — Estrato Agro. O escopo permanente de cobertura inclui cobertura editorial de Estrato Agro, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

Deixe um comentário