ECONOMIA
Argentina: pobreza sobe de 28,2% para 32,3% no primeiro semestre de 2026
Milei discursa na Assembleia Geral da ONU Caitlin Ochs/Reuters O número de argentinos que vivem abaixo da linha da pobreza…

Milei discursa na Assembleia Geral da ONU Caitlin Ochs/Reuters O número de argentinos que vivem abaixo da linha da pobreza cresceu no primeiro semestre de 2026, para 9,7 milhões de pessoas, informou o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) nesta quinta-feira (24). Essa é a primeira alta no índice em dois anos. A pesquisa, que abrange 31 aglomerados urbanos da Argentina, aponta que 32,3% da população está em situação de pobreza. Entre as famílias, são 2,5 milhões — 24,4% do total. A pobreza vinha caindo desde 2024, quando atingiu 52,9% dos cerca de 47 milhões de argentinos. A redução do índice se transformou em uma das principais vitrines do governo Javier Milei e em um dos principais argumentos do presidente em defesa de seu plano econômico. 🔎 Para definir se um cidadão argentino está abaixo da linha da pobreza, o Indec considera a renda das famílias e o acesso a necessidades essenciais, como alimentos, vestuário, transporte, educação e saúde. Agora no g1 Ainda de acordo com a pesquisa, 2,2 milhões de pessoas estão em situação de indigência, o equivalente a 7,5% da população avaliada. No segundo semestre de 2025, eram 1,9 milhão (6,3%). Quando observadas as famílias, 600 mil foram consideradas indigentes (5,6%) no primeiro semestre de 2026 — acima das 500 mil contabilizadas nos seis últimos meses de 2025 (4,8%). 🔎 Segundo o Indec, estão em situação de indigência as pessoas sem acesso a uma cesta de alimentos capaz de suprir as necessidades diárias de energia e proteína. Inflação acelera e desemprego aumenta O crescimento da pobreza acompanha a inflação, que voltou a acelerar entre o fim de 2025 e o início de 2026. Cerca de 30 mil empresas fecharam na Argentina desde que Milei chegou ao poder. O desemprego subiu para 7,9%, o nível mais alto desde 2021, e quase metade da população economicamente ativa está na informalidade. A pobreza afeta com maior intensidade as crianças. Segundo o Indec, 44,5% das crianças de até 14 anos são pobres, das quais 10,8% vivem na indigência.
Perguntas frequentes
Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.
- Sobre o que trata “Argentina: pobreza sobe de 28,2% para 32,3% no primeiro semestre…”?
- Milei discursa na Assembleia Geral da ONU Caitlin Ochs/Reuters O número de argentinos que vivem abaixo da linha da pobreza cresceu no primeiro semestre de 2026, para 9,7 milhões de pessoas, informou o Instituto Nacional de…
- Por que Economia importa agora?
- O tema impacta decisões e debates cotidianos ligados a Economia. A redação destaca fatos, datas e implicações práticas sem substituir orientação profissional personalizada.
- Quem edita o conteúdo do Estrato Agro?
- A cobertura é produzida e revisada pela equipe editorial do Estrato Agro, com editor-chefe responsável pela linha editorial. Conheça a redação em https://agro.estrato.cc/equipe/.
- Quais fontes o Estrato prioriza?
- Priorizamos fontes primárias (órgãos oficiais, balanços, estudos revisados, documentos públicos) e cruzamos informações antes da publicação, conforme a política editorial.
- Como solicitar correção de uma matéria?
- Envie o pedido pela página de Correções (https://agro.estrato.cc/correcoes/) ou Contato (https://agro.estrato.cc/contato/). Erros materiais são corrigidos com registro da atualização.
- O conteúdo constitui aconselhamento profissional?
- Não. As matérias têm caráter informativo e jornalístico. Decisões financeiras, de saúde, jurídicas ou educacionais devem considerar profissionais habilitados e a sua situação particular.
- Onde acompanhar a política editorial do Estrato Agro?
- Metodologia, ética e transparência estão em https://agro.estrato.cc/metodologia/, https://agro.estrato.cc/etica-editorial/ e https://agro.estrato.cc/politica-editorial/.
- Como o Estrato trata temas sensíveis (YMYL)?
- Temas que afetam dinheiro, saúde e bem-estar recebem revisão editorial reforçada, disclaimer visível e links para páginas institucionais de metodologia e correções. Portal: https://agro.estrato.cc/