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Soja no Brasil apresenta recuo devido à queda em Chicago; confira as cotações do dia

O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com ritmo lento de negociações e queda nas cotações na maior parte…

O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com ritmo lento de negociações e queda nas cotações na maior parte das regiões acompanhadas. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a forte desvalorização da Bolsa de Chicago pressionou o mercado interno, mas a alta dos prêmios de exportação e do dólar ajudou a limitar as perdas.

De acordo com o analista, Chicago recuou mais de 3% ao longo da sessão, mas o avanço dos prêmios e da moeda norte-americana amorteceram parte do movimento negativo. “Os recuos ficaram, em média, na faixa de R$ 2,00 por saca”, resume. Silveira acrescenta que o dia foi marcado por poucos negócios, sem registro de grandes volumes negociados.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): desceu de R$ 144,00 para R$ 142,00
  • Santa Rosa (RS): desceu de R$ 145,00 para R$ 143,00
  • Cascavel (PR): desceu de R$ 138,00 para R$ 137,00
  • Rondonópolis (MT): desceu de R$ 132,00 para R$ 131,00
  • Dourados (MS): desceu de R$ 130,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): desceu de R$ 133,00 para R$ 132,00
  • Paranaguá (PR): recuou de R$ 149,00 para R$ 148,99
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 150,00 para R$ 148,00

Soja em Chicago

No mercado internacional, os contratos futuros da soja encerraram a segunda-feira em forte baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após atingirem, na semana passada, os maiores níveis em mais de dois anos, as cotações foram pressionadas por um intenso movimento de realização de lucros, acumulando perdas próximas de 3%.

Outro fator que contribuiu para o recuo foi a forte queda dos preços do petróleo. A expectativa de retomada das negociações entre Irã e Estados Unidos provocou desvalorização do barril tanto em Londres quanto em Nova York, aumentando a pressão sobre as commodities.

Mesmo com o anúncio de vendas de 132 mil toneladas de soja para a China e de outras 126 mil toneladas para destinos não revelados por exportadores norte-americanos, os sinais de demanda não foram suficientes para conter o movimento de baixa.

O mercado também aguarda a divulgação do relatório semanal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre as condições das lavouras americanas. A expectativa é de redução no percentual de áreas classificadas entre boas e excelentes, reflexo do calor intenso registrado recentemente no cinturão produtor dos Estados Unidos.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam cotados a US$ 12,08 1/2 por bushel, queda de 39,50 centavos de dólar, ou 3,16%. A posição novembro encerrou a US$ 12,13 3/4 por bushel, com retração de 39,75 centavos, ou 3,17%.

Nos subprodutos, o farelo para setembro caiu US$ 10,50, ou 3,17%, para US$ 320,30 por tonelada. Já o óleo de soja, com vencimento em setembro, fechou a 70,85 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 2,62 centavos, ou 3,56%.

Câmbio

No mercado de câmbio, o dólar comercial encerrou o dia com valorização de 0,62%, cotado a R$ 5,1123 para venda e R$ 5,1103 para compra. Durante a sessão, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,0763 e R$ 5,1128.

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Perguntas frequentes

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No mercado internacional, os contratos futuros da soja encerraram a segunda-feira em forte baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após atingirem, na semana passada, os maiores níveis em mais de dois anos, as cotações foram pressionadas por um intenso movimento…
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Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam cotados a US$ 12,08 1/2 por bushel, queda de 39,50 centavos de dólar, ou 3,16%. A posição novembro encerrou a US$ 12,13 3/4 por bushel, com retração de 39,75 centavos, ou…
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Larissa Monteiro

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