INTERNACIONAL
Dólar tem leve queda e fecha a R$ 5,21 com postura defensiva antes do 1º turno das eleições
O dólar à vista encerrou o último pregão antes do primeiro turno das eleições em leve queda. Nesta sexta-feira (2),…

O dólar à vista encerrou o último pregão antes do primeiro turno das eleições em leve queda. Nesta sexta-feira (2), a divisa encerrou o dia a R$ 5,2165, com recuo de 0,07%, no mercado à vista.
O movimento local acompanhou o desempenho do dólar global. Por volta de 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara a moeda a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com queda de 0,19%, aos 101.907 pontos.
Na semana, a divisa acumulou valorização de 0,67% ante o real.
Receba gratuitamente as newsletters do Money Times
O que mexeu com o dólar hoje?
O movimento do câmbio foi orientado pelo cenário externo, com dados de emprego mais brandos e aumento das expectativas de manutenção dos juros nos Estados Unidos.
O principal relatório de empregos dos Estados Unidos, mostrou a abertura de 29 mil vagas de emprego em setembro, bem abaixo do esperado pelo mercado, e apontou para um aumento da taxa de desemprego de 4,1% para 4,2% no período.
O dado, referência para o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano), elevou a aposta de manutenção dos juros pelo Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) para mais de 80%.
A queda nos preços do petróleo também aliviou as pressões inflacionárias globais.
No cenário doméstico, por sua vez, o mercado manteve uma postura mais defensiva no último pregão antes do primeiro turno das eleições, com a disputa mais acirrada da história para a Presidência da República.
Nas últimas pesquisas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, e o Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, aparecem tecnicamente empatados.
“O alívio externo teve efeito limitado por aqui, onde a incerteza na véspera do primeiro turno das eleições mantém uma demanda mais defensiva por dólar”, afirmou Vitor Kayo, economista sênior da Nomad.
Perguntas frequentes
Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.
- Sobre o que trata “Dólar tem leve queda e fecha a R$ 5,21 com…”?
- O dólar à vista encerrou o último pregão antes do primeiro turno das eleições em leve queda. Nesta sexta-feira (2), a divisa encerrou o dia a R$ 5,2165, com recuo de 0,07%, no mercado à vista.…
- O que mexeu com o dólar hoje?
- O movimento do câmbio foi orientado pelo cenário externo, com dados de emprego mais brandos e aumento das expectativas de manutenção dos juros nos Estados Unidos. O principal relatório de empregos dos Estados Unidos, mostrou a abertura de 29 mil vagas de…
- Por que Internacional importa agora?
- O tema impacta decisões e debates cotidianos ligados a Internacional. A redação destaca fatos, datas e implicações práticas sem substituir orientação profissional personalizada.
- Quem edita o conteúdo do Estrato Agro?
- A cobertura é produzida e revisada pela equipe editorial do Estrato Agro, com editor-chefe responsável pela linha editorial. Conheça a redação em https://agro.estrato.cc/equipe/.
- Quais fontes o Estrato prioriza?
- Priorizamos fontes primárias (órgãos oficiais, balanços, estudos revisados, documentos públicos) e cruzamos informações antes da publicação, conforme a política editorial.
- Como solicitar correção de uma matéria?
- Envie o pedido pela página de Correções (https://agro.estrato.cc/correcoes/) ou Contato (https://agro.estrato.cc/contato/). Erros materiais são corrigidos com registro da atualização.
- O conteúdo constitui aconselhamento profissional?
- Não. As matérias têm caráter informativo e jornalístico. Decisões financeiras, de saúde, jurídicas ou educacionais devem considerar profissionais habilitados e a sua situação particular.
- Onde acompanhar a política editorial do Estrato Agro?
- Metodologia, ética e transparência estão em https://agro.estrato.cc/metodologia/, https://agro.estrato.cc/etica-editorial/ e https://agro.estrato.cc/politica-editorial/.