ECONOMIA

Ato de Lula tem aceno a mulheres e evangélicos; Janja canta com pastor e homenageia Marisa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou neste domingo sua campanha à reeleição em um ato em São…

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou neste domingo sua campanha à reeleição em um ato em São Bernardo do Campo marcado pelo aceno a mulheres, evangélicos e destaque para bandeiras da democracia e soberania. Ao discursar, a primeira-dama Rosângela Janja da Silva homenageou Marisa Letícia, ex-mulher de Lula morta em 2017, e cantou com o pastor Cléber Lucas. O ato deu destaque à bandeira do Brasil, lembrou das Diretas Já e das greves de sindicalistas dos anos 1970 e 1980. O evento ocorreu no Estádio Primeiro de Maio, na Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), em uma busca por resgatar a memória do início da militância política do petista. O discurso de Janja foi marcado por problemas técnicos no som, que preocuparam a equipe de comunicação. Em sua fala, a primeira-dama lembrou do papel de Marisa na fundação do PT e dedicou sua admiração, em um dos momentos mais aplaudidos. A primeira-dama defendeu ainda ações do governo federal na educação, destacando escolas em tempo integral, a expansão das universidades federais. “Somos nós, mulheres do Brasil, que vamos te eleger mais uma vez presidente”. Janja e o pastor Cleber Lucas deram destaque a uma música gospel da campanha, em aceno ao público cristão. O “rap do Silva” também foi cantado durante o evento, falando da trajetória do presidente como trabalhador. Já o vice-presidente Geraldo Alckmin fez analogias com o futebol para defender a democracia, a soberania e os avanços do governo Lula. “Na Vila Euclides quem faz um gol é a democracia”, disse. “A reeleição de Lula fortalece a democracia, faz avançar as conquistas da população. Crescer a renda, o PIB, a saúde, a proteção ao meio ambiente”, disse. Saudado como “companheiro”, o vice foi contestado aos gritos quando proclamou que o tetra do cabeça de chapa sairia dali, da Vila Belmiro. O santista Alckmin foi rebatido aos gritos: “aqui é Vila Euclides”. O vice-presidente vinculou o fechamento de indústrias automobilísticas ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “É em defesa da democracia, da soberania, do Pix que vamos juntos. É pátria livre e soberania”. No início do evento, foram exibidas imagens de Lula como líder sindical, no meio do povo, no estádio que projetou o petista nacionalmente nas assembleias sindicais de 1979. Lideranças sindicais daquela época deram depoimentos sobre a atuação de Lula e subiram ao palco para abraçar o presidente. Na sequência, Lula andou pelo palco montado no meio do estádio segurando uma bandeira do Brasil, ao lado de Janja, Alckmin, Lu Alckmin, esposa do vice-presidente, o ex-ministro e candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e sua esposa, Ana Estela. Anunciada como a voz das Diretas Já, a cantora Fafá de Belém cantou o hino nacional, enquanto uma grande bandeira do Brasil foi desenrolada na arquibancada. “Viva o Brasil, Lula presidente”, disse Fafá. No estádio, as arquibancadas ficaram cheias de militantes, predominando a cor vermelha nas camisetas. Os apoiadores de Lula também ocuparam a maior parte do gramado, mas era possível circular com facilidade. A ex-governadora do Rio de Janeiro e candidata ao Senado no Estado Benedita da Silva (PT) discursou em defesa da democracia. Representando os candidatos a governador, Haddad deu destaque à trajetória de Lula, fez um balanço do governo e defendeu a democracia e soberania . “Presidente Lula é figura incomum no Brasil e no mundo. Eu poderia falar da retomada do crescimento, do emprego, de como ele colocou a inflação de joelho como fez no segundo mandato. Poderia falar do apoio às universidades e ao SUS”, afirmou. Em seguida, afirmou que Lula tem feito ações para defender “uma nação soberana, democrática e justa”. Haddad lembrou de sua atuação como ministro de Lula, na Fazenda e Educação, e disse que a principal preocupação do presidente sempre foi com os “que mais precisavam”. “Se Lula sempre se colocou ao lado do povo. Ele nunca baixou a cabeça para nenhum líder político, para nenhum banqueiro, para nenhum empresário”, afirmou o candidato ao governo de São Paulo. “Essa estrela chamada Lula é estrela que muita gente anseia apagar. Mas neste domingo essas imagens estão correndo o mundo, as redes e eles vão saber que a nossa estrela vai ficar acesa para subir novamente a rampa e dizer que quem manda no Brasil é o povo.”

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

Sobre o que trata “Ato de Lula tem aceno a mulheres e evangélicos; Janja…”?
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou neste domingo sua campanha à reeleição em um ato em São Bernardo do Campo marcado pelo aceno a mulheres, evangélicos e destaque para bandeiras da democracia e…
Por que Economia importa agora?
O tema impacta decisões e debates cotidianos ligados a Economia. A redação destaca fatos, datas e implicações práticas sem substituir orientação profissional personalizada.
Quem edita o conteúdo do Estrato Agro?
A cobertura é produzida e revisada pela equipe editorial do Estrato Agro, com editor-chefe responsável pela linha editorial. Conheça a redação em https://agro.estrato.cc/equipe/.
Quais fontes o Estrato prioriza?
Priorizamos fontes primárias (órgãos oficiais, balanços, estudos revisados, documentos públicos) e cruzamos informações antes da publicação, conforme a política editorial.
Como solicitar correção de uma matéria?
Envie o pedido pela página de Correções (https://agro.estrato.cc/correcoes/) ou Contato (https://agro.estrato.cc/contato/). Erros materiais são corrigidos com registro da atualização.
O conteúdo constitui aconselhamento profissional?
Não. As matérias têm caráter informativo e jornalístico. Decisões financeiras, de saúde, jurídicas ou educacionais devem considerar profissionais habilitados e a sua situação particular.
Onde acompanhar a política editorial do Estrato Agro?
Metodologia, ética e transparência estão em https://agro.estrato.cc/metodologia/, https://agro.estrato.cc/etica-editorial/ e https://agro.estrato.cc/politica-editorial/.
Como o Estrato trata temas sensíveis (YMYL)?
Temas que afetam dinheiro, saúde e bem-estar recebem revisão editorial reforçada, disclaimer visível e links para páginas institucionais de metodologia e correções. Portal: https://agro.estrato.cc/
WhatsApp X LinkedIn
Compartilhar: LinkedIn
Gustavo Azevedo

Gustavo Azevedo

Gustavo Azevedo integra a equipe editorial do Estrato Agro, vertical da rede Estrato, na função de Repórter — Estrato Agro. O escopo permanente de cobertura inclui cobertura editorial de Estrato Agro, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

Deixe um comentário